domingo, 30 de junho de 2013

Mazuca de Agrestina


A mazuca é uma dança do folclore nordestino derivado da Mazurca européia.
Segundo relatos históricos, a Mazurca (que passou a se chamar “Mazuca” na fala popular) é fruto da miscigenação entre negros, brancos e índios, vivenciada no processo de colonização do país. Os casais, na maioria pessoas simples e do campo, giram em um círculo, na mesma direção, e cantando loas (músicas), que geralmente falam do seu cotidiano; essas rimas são respondidas por todos, formando um grande coro.











sábado, 29 de junho de 2013

Festa Junina da Vila de São José (Bola) Panelas PE

Tradicional festa da Vila de São José o Bola Panelas PE desfile de carros de boi, apresentações de grupos culturais com a participação do grupo de marzuca de Agrestina, Batalhão de Bacarmateiros de Altinho, quadrilha juninas casamento matuto banda de pífano e muita cultura popular !!!!!!!!!












 

   


 


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Barriguda

 
A barriguda, ou paineira-branca (Ceiba glaziovii) é uma espécie de Paneira do género Ceiba, muito semelhante à paneira-rosa. 
Ocorrência: ocorre principalmente na caatinga dos estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipee Bahia e na Mata Atlântica dos brejos  em serras nordestinas e de Mina Gerais, São Paulo e Paraná.
Barriguda refere-se ao intumescimento da parte central do caule, à meia altura da árvore, tendo a mesma um diâmetro maior no meio do que na base, e que serve para armazenar água extraída através da seiva xilemática. Já paineira-branca refere-se à cor de suas flores, que geralmente se dão quando as árvores estão sem folhagem na estação seca, ou perdendo suas folhas. 
Madeira empregada em caixotaria a casca é usada na medicina caseira contra inflamação do fígado e para tratar hérniasPlanta ornamental, principalmente por causa de sua floração, servindo para arborizar praças e no paisagismo urbanoPode ser usada para enriquecer capoeiras e vegetação empobrecida e na segunda fase de recomposição florestal de áreas degradadasOs pêlos que envolvem as sementes (chamados popularmente de "lã de barriguda") são empregados no enchimento de almofadas, travesseiros, colchões, selas e estofamento de móveis. Nas estradas vicinais do Nordeste brasileiro, pode ser usada como cerca viva.


 






Feijão - de - Porco


FEIJÂO - DE - PORCO  Canavalia brasiliensis
Biomas de ocorrência: Caatinga, Mata Atlântica, Amazônia
Período de floração: estação chuvosa 
O feijão de porco é uma planta tropical, da família Fabaceae, amplamente cultivada nos países tropicais como cobertura verde. Sua associação, em nódulos radiculares, com bactérias fixadoras denitrogênio é natural, tendo sido demonstrado mesmo que, em certas regiões, a inoculação destas é indiferente.
A planta, ereta, anual, desenvolve-se bem em solos ácidos. Suas folhas grandes fornecem boa cobertura. Além disso é comestível: suas folhas são usadas como verdura, e as sementes são cozidas como feijão comum, embora tenham que passar por tratamento prévio para eliminar as várias toxinas da planta. 
Entre estas estão uma proteína que interage com as células intestinais, diminuindo a absorção de alimentos, e um hemoaglutinante que é usado em laboratórios clínicos. A planta tem também um neurotóxico, mas que é destruído por ingestão. 
Do feijão-de-porco têm sido extraídos os princípios ativos que agem como inseticidas, herbicdas - a planta apresenta alelopatia - e fungicidas. Recentemente a Radiobrás anunciou a descoberta nessa planta de uma proteína semelhante à insulina.


quinta-feira, 27 de junho de 2013

Forró

O termo "forró", segundo o filólogo pernambucano Evanildo Bechara é uma variante do antigo galego -portguês forbodó, relacionando o termo a farbodão, do francês faux-bourdon, que teria a conotação de desentoação. O elo semântico entre fabordão e forrobodó tem origem, segundo Femin Bouza Brey, na região noroeste da Península Ibérica (Galiza e norte de Portugal), onde "a gente dança a golpe de bumbo, com pontos monorrítmicos monótonos desse baile que se chama forbodo"
Forró é um ritmo e dança típicos da Região Nordeste do Brasil praticada nas festas juninas e outros eventos. Diante a imprecisão do termo, não existe consenso quanto a definição musical do forró como estilo musical, sendo geralmente associado o nome como uma generalização de vários ritmos musicais daquela região,como baião, a quadrilha, o xaxado, que tem influências holandesas e o xote, que tem influência de Portugal. São tocados, tradicionalmente, por trios, compostos de um sanfoneiro (tocador de acordeão, que no forró é tradicionalmente a sanfona), um zabumbeiro e um tocador de triângulo. Também é chamado arrasta-pé, bate-chinela, fobó.

O forró possui semelhanças com o toré e o arrastar dos pés dos índios, com os ritmos binários portugueses e holandeses, porque são ritmos de origem europeia a chula, denominada pelos nordestinos simplesmente "forró", xote e variedades de polcas europeias que são chamadas pelos nordestinos de arrasta-pé e ou quadrilhas. A dança do forró tem influência direta das danças de salão europeias, como evidencia nossa história de colonização e invasões europeias.
Conhecido e praticado em todo o Brasil, o forró é especialmente popular nas cidades brasileiras de Campina Grande PB, Caruaru PE e Juazeiro do Norte CE, que sediam as maiores Festas de São João do país.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Pau-d’arco-roxo


PAU-D’ARCO-ROXO Handroanthus impetiginosus
Biomas de ocorrência: Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal, Amazônia 
Período de floração: estação seca. 
Seus nomes populares mais conhecidos são: piúva, ipê-rosa, pau-d'arco, piúna, ipê-roxo, ipê-roxo-de-bola, ipê-una, ipê-roxo-grande, ipê-de-minas, piúna-roxa
Uso medicinal: O ipê-roxo é muito usado em medicina popular no combate de cancêr e inflamações; o extrato da entre casca é depurativo e bactericida. Conhecida por lapachol, a substância tem o poder de inibir o crescimento de tumores malignos e, ao mesmo tempo, reduzir a dor.
Da entrecasca faz-se um chá que é usado no tratamento de gripes e depurativo do sangue. A casca da espécie está entre os produtos amazônicos, com reconhecido poder medicinal, mais procurados.
As folhas são utilizadas contra úlceras sifilíticas e blenorrágicas. A espécie também tem propriedades anticancerígenas, anti-reumáticas e antianêmicas.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Programação Festa das Marocas 2013

Belo Jardim 2013
SEXTA-FEIRA 12/07/13
15:00 TRIO ASAS DA AMÉRCIA E GERALDINHO LINS
21:00 BANDA SANTROPÉ
23:00 TOM OLIVEIRA
01:00 Forró Pegado

SÁBADO 13/07/13
16:00 – apresentação quadrilhas
18:00 – os virgulados
20:00 – ciranda
22:00 GABRIEL DINIZ
00:00 FÁBIO E NANDO
02:00 BANDA ARREIO DE OURO

DOMINGO 14/07/13
16:00 – apresentação quadrilhas
18:00 – os virgulados
20:00 – ciranda
21:00 BANDA VUMBORA
23:00 Banda Voadores do Forró
01:00 Banda Garota Safada

SEGUNDA 15/07/13
21:00 BRASAS DO FORRÓ
23:00 LIMÃO COM ME
01:00 Banda Magníficos

TERÇA 16/07/13
15:00 LEVADA DO TRIO ASAS DA AMÉRICA
18:00 BANDA FORRÓ DOS FIRMAS
MOSTRA CULTURAL NO CALÇADÃO

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Alto do Moura Caruaru PE

O Alto do Moura é um bairro do município de Caruaru, capital do agreste pernambucano, localizado a cerca de 135 km do Recife. Reconhecido popularmente como o maior Centro de Artes Figurativas das Américas, no Alto do Moura praticamente toda casa é ateliê e todo morador é artesão que de maneira completamente orgânica e autogestionada construíram a uma das maiores comunidades artesãs do Brasil. A arte do barro, passada de geração para geração, retrata cenas do cotidiano e dos costumes do povo nordestino. Mestre Vitalino, que começou a modelar bonecos aos seis anos de idade, foi o primeiro artesão da comunidade a ganhar reconhecimento nacional e internacional de seu estilo peculiarmente crônico e próprio. Nessa vanguarda o acompanharam grandes nomes como Mestre Zé Caboclo e Mestre Manuel Eudócio, esse último patrimônio vivo de Pernambuco dessa tríade que foi o pilar original do que é o Alto do Moura hoje. Graças à esse movimento inicial dessas três figuras que se deslanchou a aptidão do lugar pelo barro. Importante destacar que nesse processo de solidificação da arte figurativa na comunidade ocasionou um impacto definidor para a Feira de Caruaru, hoje patrimônio imaterial do Brasil, onde foi e ainda é comercializado uma parte da produção do Alto do Moura, esse artesanato figurativo foi durante todo esse tempo carro-chefe para o desenvolvimento da feira e porque não dizer do município de Caruaru. O Alto do Moura uma comunidade de artesãos populares. Distante 7 km do centro da cidade de Caruaru, este povoado concentra mais de 1.000 artesãos que moldam dia-a-dia o homem nordestino, levando nossa cultura até os pontos mais distantes do nosso planeta. Lá, cada residência se transforma em ateliê, envolvendo toda a comunidade local, desde o mais simples ajudante àqueles que moldam o barro transformando-o em arte. Hoje, arte e artesãos vêem suas peças ultrapassarem as fronteiras do país, retratando uma terra, sua cultura, seu povo, sua gente.
Fontes: Imaginário Pernambucano, Prefeitura Municipal de Caruaru.